Acione a contestação por fraude
No aplicativo ou canal oficial do banco, conteste a transação e solicite a abertura do Mecanismo Especial de Devolução (MED), quando aplicável. Guarde o protocolo e o comprovante original.
Thais Branco AdvocaciaGuia informativo pós-golpe
Se o prejuízo envolveu Pix, TED, boleto falso ou cartão, agir rapidamente ajuda a registrar a fraude, preservar provas e solicitar a análise das instituições envolvidas.
Entrar em contato pelo WhatsAppReação imediata
Os procedimentos variam conforme a operação. Não há garantia de bloqueio ou devolução, mas a comunicação rápida e documentada é importante para a análise do caso.
No aplicativo ou canal oficial do banco, conteste a transação e solicite a abertura do Mecanismo Especial de Devolução (MED), quando aplicável. Guarde o protocolo e o comprovante original.
Comunique imediatamente o banco de origem, informe que houve fraude e solicite a tentativa de cancelamento ou retenção. Se possível, notifique também a instituição destinatária.
Contate o banco ou instituição em que o boleto foi pago e informe os dados do beneficiário. Solicite o rastreamento e a tentativa de retenção ou reversão do valor.
Bloqueie o cartão pelos canais oficiais, conteste as transações não reconhecidas e solicite a análise de chargeback. Registre os números dos protocolos.
Checklist de documentação
Além da reação imediata, construa um registro organizado. Ele será útil para as tratativas com os bancos e para uma eventual análise jurídica.
Formalize reclamações nas instituições envolvidas. Anote protocolos, datas, horários, nomes dos atendentes e as respostas recebidas.
Descreva a cronologia, valores, contas, chaves, beneficiários, contatos e meios usados pelo golpista. Use a Delegacia Virtual do seu estado quando disponível.
Não apague conversas, e-mails, SMS ou áudios. Salve capturas completas, com data e horário, e mantenha os arquivos originais sempre que possível.
Separe extratos, boletos, faturas, comprovantes, protocolos, B.O. e respostas formais das instituições. Evite editar os arquivos originais.
Quando buscar orientação
A negativa administrativa não define, por si só, todas as possibilidades. É preciso examinar o tipo de golpe, a comunicação feita ao banco, o perfil das transações, as medidas de segurança e as provas disponíveis.
A eventual responsabilidade das instituições depende dos fatos e das provas. A orientação jurídica deve considerar as particularidades da situação, sem promessa de resultado.
Comprovantes, extratos, faturas, protocolos, B.O., conversas e respostas dos bancos ajudam a tornar a avaliação inicial mais objetiva.
Canal de contato
O escritório disponibiliza um canal de contato para análise inicial das informações. Cada situação depende de avaliação individual e não há garantia de resultado.
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